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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fogo na relva

Uma sinfonia lúgubre toca em minha mente;
enquanto  a lua redonda e leitosa se derrama pelo céu;
e o gelo frio como Alasca endurece meu coração.
E os anjos já não podem cantar.

A relva densa e pálida encobre as montanhas.
Nada se vê, a não ser o fogo;
e o fogo escorre por cada canto da mata;
E as deidades já não podem dançar.

No lago tudo é vermelho como o sangue;
pois nele se reflete o fogo, o fogo da mata.
E os animais já não podem respirar.

Ao lado da rodovia jaz uma bituca de cigarro;
um vicio, uma droga, um irresponsável...
E os pássaros já não podem voar.









10 de Maio de 2011.

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3 comentários:

  1. Gostei desse poema por expressar uma dor que quase ninguém sente, mas que nós que moramos proxima à florestas sabemos bem que existe. Seguiu na tua empreitada de poema não-romantico. Arrisque outros temas!
    Beijos

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  2. Eu vejo que são duas de você, alguém mais?

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  3. bom!!! Expressou bem o sentimento de quando alguém que se importa vê uma floresta queimando por causa de algum irresponsável e que não mede consequencia de seus atos...

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